Foi há mais de dez anos. Estava passando férias na Bahia, quando ele chegou trazido por meu cunhado Jesuíno , que, salvo engano, o havia ganhado em um sorteio na fábrica onde trabalhava. Como quase t u do novo é bonito, ele estava radiante e tinha as cores que mais gosto. Foi amor à primeira vista. Aceitei o presente e trouxe -o para o Distrito Federal. Daí em diante, passamos a conviver em perfeita harmonia. Era o meu preferido. Onde eu ia, ele ia junto. Não demorou muito , vi que ele tinha potencial para muito mais. Então, passamos a sair entre duas e três vezes na semana para uma corrida. Sob chuva ou sol, lá estava ele amortecendo impactos, impulsando saltos e suportando meu peso. Nunca deixou que meu s pés fossem furados por espinhos, cortados por cacos de vidros ou molhados pelas águas das chuvas. Foi um verdadeiro companheiro. ...
Há 199 anos, o Brasil dava um passo decisivo para a sua independência de Portugal e isso deveu-se ao descontentamento dos colonos brasileiros, notadamente da elite, com a coroa portuguesa. Temia-se que o Brasil, que havia sido elevado a reino português, voltasse a ser mais uma das colônias lusitanas. Ocorreram guerras em algumas partes do incipiente país, mas, no final, em razão da intermediação (interesses) da Inglaterra, Portugal acabou reconhecendo a independência do Brasil. Já, nos últimos dias, as atenções de boa parte dos brasileiros se voltaram para o dia 7 de Setembro, data da suposta independência, notadamente em razão da expectativa de manifestações nas principais cidades do país. Mas, afinal, tais manifestações serão contra o quê? Contra o alarmante preço do gás de cozinha, da gasolina, da carne, do óleo de soja, do ferro e do cimento? Será que a população vai levantar a bandeira e elevar o grito das tantas e tantas pessoas que passam fome, que não têm moradia...
Diz um ditado que “errar é humano, mas permanecer no erro é burrice”. Outro provérbio anuncia que “um erro não justifica outro”. Com efeito, errar é humano, porquanto o erro se apresenta como uma falsa percepção da realidade. Erra a pessoa que pratica um ato, um movimento, uma ação acreditando fielmente que aquilo seja a coisa correta a ser feita. Nas eleições do ano de 2018, 55,13% do eleitorado brasileiro, ou seja, mais de 57 milhões de cidadãos, escolhemos votar em um candidato porque ele mostrou que podia adotar um rumo diferente para a política do país, até então mergulhada no caos da corrupção. O resultado não foi o esperado, mesmo o tema da corrupção não ocupando mais os espaços jornalísticos como se via no governo anterior. O presidente e seu governo não corresponderam aos anseios desse eleitorado e de quem apenas torceu para que o país entrasse no eixo em todos os aspectos. Os brasileiros entraram de mãos dadas com Coronavírus num ma...
Irei aguardar aansiosamente
ResponderExcluirMuito bom! 👏👏👏
ResponderExcluirO melhor blog seselmo
ResponderExcluirBlz meu amigo
ResponderExcluirEstou a disposição pra importantes reportagem e notícias.
ResponderExcluirQue legal...
ResponderExcluir